Postagens com a palavra-chave ‘Votação’

Atenção: Título de eleitor agora é obrigatório na hora de votar

13/07/2010

Informa o jornal O Globo a respeito da obrigatoriedade de exibição do título de eleitor no momento da votação, uma importante imformação:

“Pela primeira vez, o eleitor terá que apresentar dois documentos quando for votar no dia 3 de outubro: o título de eleitor e a identidade oficial com foto. Até a aprovação da lei da minirreforma eleitoral, no ano passado, o votante só precisava levar título ou identidade.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não teme que a nova exigência gere mais abstenções nas eleições, pois preparou folhetos explicativos e campanhas.

Quem perdeu o título, poderá pedir segunda via até 23 de setembro. Já o eleitor que votaria pela primeira vez e não tem o título, perdeu o prazo — até 5 de maio.”

Coluna do dia: Ficha Limpa, a passeata, o povo e mais uma decepção

03/05/2010

Por Arthurius Maximus*

Antes da coluna de hoje, uma nota:

Desde que iniciei a coluna aqui no Perspectiva Política, gentilmente convidado pelo Bruno, nunca repeti um artigo que tenha escrito em meu próprio blog. Mesmo com uma linha editorial semelhante e comungando mais ou menos das mesmas ideias e ideais, a obsessão por manter os artigos aqui sempre inéditos e exclusivos sempre foi perseguida por mim como uma forma de respeitar o leitor do Perspectiva Política, o Bruno e todo o corpo de colunistas que derrama seu talento nessas páginas.

No entanto, hoje vou quebrar essa meta. Não por desrespeito ou por achar que o artigo que escrevi no Visão Panorâmica é um “marco” ou algo “fenomenal”. Além de pedir essa “licença especial” ao Bruno, a repetição vai aqui – pura e simplesmente – porque minha indignação, minha frustração e minha vergonha não encontram outras palavras capazes de descrever o que vivi ontem (domingo 02/05) e, tampouco, sou capaz de expressar de outra forma meu descontentamento com uma parcela de nosso povo que se recusa a abandonar a contemplação de seus próprios umbigos para lutar por qualquer causa que não seja a de não fazer nada.

Refiro-me à passeata marcada para pressionar os políticos pela aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular conhecido como “Ficha Limpa”, que foi realizada (?) ontem em Ipanema no RJ. Não sou (e nem nunca pretendi ser) o dono da verdade e nem o senhor da “cidadania suprema”. Mas, se você concorda (ou não) com a minha visão, deixe sua opinião em um comentário e procure, assim como eu, elucidar uma saída para esse aspecto comportamental de nosso povo.

É bom lembrar que o projeto segue na terça-feira para votação na Câmara dos Deputados em Brasília. Para termos um País com uma vida política mais limpa é necessário que você pressione os parlamentares do seu estado para votarem a favor do projeto. Clique nesse link e envie o seu pedido para aprovação na íntegra do projeto. Além disso, faça seu deputado lembrar que você estará atento às votações e dará o troco neste ano aos que votarem contra o projeto ou tentarem destruí-lo com emendas que o transformem em letra morta. Faça a sua parte como cidadão.

Um abraço a todos e segue o texto.

O brasileiro é mesmo um povo diferente. Ele é roubado, vilipendiado, abandonado à própria sorte por aqueles que têm o dever sagrado (moral e profissional) de protegê-lo, tem  as ilicitudes de seus políticos esfregadas na sua cara todos os dias em cadeia nacional e na hora de “dar a volta por cima” e “acabar com a festa”, simplesmente não faz nada.

O jeito manso e cordeiro – que parece ordeiro – na verdade esconde a grande e imensa covardia (além do profundo comodismo) grassando no interior de cada um de nós e imobilizando nossa sociedade como um câncer com metástase por todos os órgãos e células de nossa nação politicamente agonizante.

Chega a ser estranha a indiferença e os contrastes que podemos observar no brasileiro quando o assunto é exercer a sua cidadania e velar por um País melhor. Para pedir a liberação da maconha compareceram de 2 a 3 mil pessoas. Mas para a passeata pela aprovação do Projeto Ficha Limpa foram entre 300 e 500 pessoas (dependendo da fonte noticiosa).

A “pergunta que não quer calar” nessas horas é: No que pensa o nosso povo?

Será mesmo que o brasileiro acha que basta reclamar da vida, dos políticos, da corrupção desenfreada, dos que se lixam para a opinião pública, dos parentes contratados por “debaixo do pano”, dos hospitais superlotados e transformados em verdadeiros matadouros, das escolas de péssima qualidade que fingem ensinar (um ensino de “quinto mundo”) e de todas as mazelas que vemos dia após dia, bem diante de nossos olhos e sem nenhum pudor?

Será mesmo que o brasileiro acha que a política ficará mais limpa, que os problemas se resolverão e que o País finalmente entrará no primeiro mundo por algum ato de Deus, por um feito inexorável da natureza ou mesmo pelas mãos e obras de um salvador da pátria?

É fácil acordar todos os dias e colocar a culpa no Maluf, no Sarney, no Renan Calheiros, no Serra, no Lula ou no “diabo” da vez. É fácil ficar no boteco da esquina, entre um copo e outro, falar do político safado, da ministra que desvia verbas, do Mensalão deste ou daquele partido ou mesmo sobre a incrível cara-de-pau que eles têm de negar o óbvio e de revogar o irrevogável. O difícil mesmo é entender que todas essas mazelas ocorrem há anos e se repetem constantemente com a eleição dos mesmos corruptos conhecidos e das mesmas caras-de-pau de sempre, graças ao beneplácito dos “cidadãos” brasileiros.

Será mesmo que o brasileiro quer uma política mais limpa, mais justiça no gasto dos impostos (que nada mais são que o seu suado dinheirinho)? Será mesmo que o brasileiro entende que, sem “botar a mão na massa” e sem lutar “com unhas e dentes” por isso nada nunca mudará?

Será que o brasileiro acha mesmo que a Câmara dos Deputados, com cerca de 25% dos seus membros já condenados em alguma instância da  justiça, e com boa parte dos que ainda não têm problemas com a lei a caminho de cumprir essa etapa – e, portanto, sendo prováveis “vítimas” do projeto Ficha Limpa – vai “tomar as dores” da nação e aprovar o projeto, com a dureza com a qual foi concebida? Será que o brasileiro acha mesmo que a corja parasita e habitante daquela casa capitulará “por mágica” e abrirá mão das gordas mordomias e das negociatas sem fim se não houver uma pressão maciça e avassaladora da sociedade?

Pelo que vimos, até agora, penso que sim.

É como eu disse: O brasileiro é mesmo um povo diferente.

*Arthurius Maximus é colunista do Perspectiva Política às segundas e editor do blog Visão Panorâmica

Resultado da enquete: Você acha que o Perspectiva deveria mudar de visual?

15/12/2009

A décima quarta enquete do Perspectiva Política em novo formato perguntava o seguinte:

Você acha que o Perspectiva deveria mudar de visual?

Pois bem. Aproveitando para agradecer o grande número de votos, apresento os resultados:

Sim – 69%

Não – 31%

Resta comprovado que, por mais que este visual atual tenha sido aquele que esteve vigente enquanto o Perspectiva cresceu mais de 1000% em visitas, a maioria dos leitores acredita que ele já cumpriu o seu papel.

Sendo assim, por ser o Perspectiva – sempre – um blog onde os leitores são ouvidos, construindo um ambiente democrático, onde todos, desde o autor até os que acompanham o blog, passando pelos colunistas e colaboradores, têm voz, será renovado, para 2010, o nosso layout.

Pois bem. Dito isso, eu gostaria de saber que tipo de mudança os leitores e colunistas aconselham. Qual deveria ser o foco desta repaginada?

Algo mais alegre, mas ainda assim fortemente estruturado? Algo mais sério e jornalístico? Algo mais jovial e mais experimental?

É por isso que coloco à disposição de vocês na barra lateral à direita  uma nova enquete que pergunta:

O novo visual do Perspectiva deveria ser…

Aguardo as respostas de vocês.

Aconselhamentos mais embasados e detalhados podem ser dados nos comentários.

Resultado da enquete: Zelaya deve poder retomar a Presidência em Honduras?

09/11/2009

Em meio ao vai e vem das negociações em Honduras a respeito da restituição ou não de Zelaya no cargo de Presidente daquele país, a décima terceira enquete do Perspectiva Política em novo formato perguntava o seguinte:

Zelaya deve poder retomar a Presidência em Honduras?

Pois bem. Aproveitando para agradecer o grande número de votos, apresento os resultados:

Não – 49%

Sim – 38%

Depende das circunstâncias – 13%

Se partirmos do pressuposto de que os leitores do Perspectiva conseguem representar, embora em menor escala, as intenções de voto da população como um todo, podemos tirar algumas conclusões destes resultados:

1- Os posicionamentos acabam sendo bem extremados. Provavelmente por questões ideológicas pessoais, os votantes se colocam, na maioria dos casos, ou a favor ou contra, não apreciando muito a opção “depende das circunstâncias”. Em suma, uns defendem Zelaya de volta de qualquer forma e outros defendem que ele não deve retornar de forma alguma.

2- Fica claro pelas porcentagens que a maioria, quase absoluta, se coloca contra o retorno de Zelaya ao poder. Isso não quer dizer que todos aprovam o modo como o hondurenho foi retirado do poder ou que todos são simpatizantes do governo Micheletti, porém, comprova que 49% dos que votaram entendem que, com seus arroubos autoritários, Zelaya desrespeitou a Constituição hondurenha, merecendo perder seu cargo.

3- Por fim, é interessante ressaltar que o caso de Zelaya é um onde fica nítido que, em alguns momentos, mais é levada em conta a ideologia e os campos do espectro político que estão sendo defendidos por cada posição, do que os fatos reais em si.

Dito isso, coloco à disposição de vocês na barra lateral à direita  uma nova enquete, dessa vez dizendo respeito ao blog em si, que pergunta:

Você acha que o Perspectiva deveria mudar de visual?

Aguardo as respostas de vocês.

Resultado da enquete: Se Marina Silva concorrer à Presidência, você votará nela?

28/09/2009

A décima segunda enquete do Perspectiva Política em novo formato perguntava o seguinte:

Se Marina Silva concorrer à Presidência, você votará nela?

Pois bem. Aproveitando para agradecer o gigantesco número de votos,  1.058, sendo que não era possível para os leitores votar  mais de uma vez, o que aumenta mais ainda a relevância da marca alcançada, apresento os resultados:

Nem Pensar – 47%

Talvez – 27%

Com Certeza – 26%

Se partirmos do pressuposto de que os leitores do Perspectiva conseguem representar, embora em menor escala, as intenções de voto da população como um todo, podemos tirar algumas conclusões destes resultados:

1- Marina já dispõe de um certo eleitorado cativo que a acompanhará, garantindo, assim, pelo menos um resultado expressivo no que diz respeito a um candidato à Presidência lançado pelo PV e sem muitos partidos de porte integrando a coligação.

2- Por outro lado, Marina detém também uma considerável rejeição, o que mostra que um grande número pessoas nem sequer cogita votar na ex-Ministra. Isso talvez se deva ao fato de muitos não se identificarem com o discurso de Marina, algo que pode ser observado pela equipe da ex-Ministra e, consequentemente, gerar alterações nas propostas da pré-candidata, buscando atingir novas fatias do eleitorado.

Dito isso, coloco à disposição de vocês na barra lateral à direita  uma nova enquete que pergunta:

Zelaya deve poder retomar a Presidência de Honduras?

Aguardo as respostas de vocês.

Prêmio Blogbooks: Perspectiva conquista o sexto lugar!

18/09/2009

Meus caríssimos leitores do Perspectiva Política,

É com muito orgulho que comunico a vocês que o blog conseguiu uma extremamente honrosa sexta colocação no Prêmio Blogbooks.

Como alguns de vocês já devem saber, e como os banners que povoaram este blog nas últimas semanas denunciaram, o Perspectiva havia sido escolhido por uma banca de jurados para ser um dos dez blogs políticos disputando  o concurso já citado. O vencedor conquistaria um interessantíssimo prêmio: As melhores postagens do blog seriam reunidas e publicadas na forma de livro.

Só o fato de saber que meu modesto e novato blog estava sendo listado como um dos melhores do País já me enchia de orgulho. Me alegra mais ainda tomar conhecimendo do fato de que o Perspectiva não está apenas entre os dez melhores, mas se posicionou em sexto, à frente de nomes consagrados como Pedro Doria e Villas-Bôas Corrêa.

Para completar, o Perspectiva conseguiu esta posição mesmo sendo, com certeza, um dos blogs mais novos e escrito por um dos blogueiros envolvidos mais jovens.

É claro que este blogueiro que vos fala deve ter um sentimento de comemoração que se deixa perpassar pelo realismo. O Perspectiva ainda tem muito para caminhar e com certeza deve o resultado expressivo ao auxílio de seus leitores fiéis.

Aliás, para lhes dizer a verdade, o resultado me animou muito mais por conta de ser uma comprovação da boa relação deste blogueiro com seus leitores, do que pela sexta colocação em si.

O número expressivo de votos do Perspectiva Política prova que a cumplicidade, a sinceridade e a franqueza que pautam este blog dão frutos. A ótima relação que o Perspectiva mantém com seus leitores, que nunca deixam de ter seus comentários respondidos por mim, foi, com certeza, a viga mestra desta conquista.

Continuará o Perspectiva tentando se colocar em evidência, não por mim, mas pelo ideal democrático e participativo do blog.

Continuará este blogueiro tratando os leitores como verdadeiros amigos, pessoas que gastam seus minutos preciosos para tomar conhecimento do que tenho a dizer.

Continuará este blog mantendo o comportamento que o fez atingir, próximo de seu aniversário de um ano, uma colocação tão honrosa em um concurso tão concorrido:

Nada de se pautar por inimizades com políticos. O crucial é a amizade com o leitor.

Foi ela que trouxe a credibilidade do Perspectiva, a crença em seus propósitos e a possibilidade de vermos pessoas de campos ideológicos diversos afirmando que o Perspectiva é justo e independente, sensato e coerente.

Jucá diz que o governo é o senhor do calendário

10/09/2009

Como todos vocês devem saber pelo menos por alto, corre atualmente a polêmica a respeito da urgência na tramitação dos projetos de lei que regularão a exploração do pré-sal, que foi imposta pelo governo, mais especificamente pelo Presidente Lula.

A urgência já foi retirada, após o governo ter chegado a um acordo com a oposição. Acontece que o acordo existe na Câmara, mas não no Senado. Na Casa alta do Legislativo, periga de a urgência retornar.

Depois de ser convencido pelo PT e pelo PMDB de que esta seria a melhor medida a ser tomada, o Presidente Lula concordou com a retirada da urgência. Mas não pensem que tratou-se de um respeito ao Legislativo, como alguns alegam. Na realidade, foi um recuo meramente estratégico.

Se a urgência fosse levada adiante, a pauta das votações seria obstruída pela discussão dos projetos que têm o selo de urgência, afinal, assim ordena o art. 64, § 2° da Constituição Federal. Acontece que, ocorrendo isso, a oposição faria um escarcéu no Plenário da Câmara e a derrota da oposição, iminente por não ela não deter maioria na Casa, seria pelo menos adiada.

Com o acordo, o governo conseguiu a garantia de que os projetos serão votados a partir de 10 de novembro. Percebe-se então, claramente, que Lula apenas negociou, não recuou, não respeitou o Legislativo como afirmou Michel Temer. Não há nada de respeito do Executivo com relação ao Legislativo, não há nada de parcimônia de Lula com relação aos parlamentares, pelo contrário. Há manipulação velada. Como também houve em outros governos, diga-se de passagem.

Voltemos ao Senado. Lá, o Senador Romero Jucá trabalha para que haja a fixação de um calendário semelhante ao da Câmara. Aos que não se mostram muito receptivos, Jucá demonstra que a urgência pode voltar, ameaçando de leve.

A oposição quer discutir o tema até que ele seja exaurido. O governo quer pressa, para poder apresentar o pré-sal na campanha de Dilma Rousseff em 2010. Obviamente, a oposição pede o debate também para minimizar este uso político.

Comentando a posição da oposição, Jucá falou uma pérola: “O governo é o senhor do calendário”.

Obviamente Jucá diz isso pois o Presidente tem, por força do art. 64, § 1° da Constituição Federal, a possibilidade de “solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa”.

Mas quem foi que disse que esta expressão é inofensiva e que ela apenas reflete a realidade constitucional?

Na realidade ela indigna e demonstra como o Executivo brasileiro sempre se utiliza de artifícios para dominar o Legislativo que, embora estejam previstos na legislação nacional, não foram criados exatamente para serem utilizados nos casos em que o governo recorre a eles. E isso se dá no caso do governo Lula, se deu no Governo FHC e, infelizmente, se dará, provavelmente, em qualquer outro, se nada mudar.

Assim como o instituto da medida provisória, a urgência constitucional foi criada pela Assembleia Constituinte, comandada pelo grande Ulysses Guimarães, para atender a necessidades especiais, para que fossem reguladas questões realmente urgentes ou, até mesmo, referentes a calamidades ou segurança nacional.

O que o pré-sal tem de urgente? O petróleo existente nesta camada só poderá jorrar daqui a, no mínimo, 5 anos. Qual a necessidade de o Presidente requisitar a urgência de projetos que regulam este setor?

A Constituição não previu a urgência para que ela fosse interpretada como a urgência política do governo que quer eleger o sucessor.

E muito menos para que alguém como Romero Jucá, que dispensa comentários e que é do bastião da moralidade que é o PMDB, dizer que dispõe de poder pois o “governo é o senhor do calendário”.

Os constituintes tinham a crença, provavelmente, de que existiria critério. Esqueçeram em que País viviam.

O calendário é da sociedade brasileira.

E os constituintes não sabiam que ao preverem urgências constitucionais e medidas provisórias estariam permitindo ao Executivo passar as folhinhas dos meses do calendário quando bem entendesse e possibilitando a Romero Jucá falar uma babaquice dessas.

O Perspectiva pode virar livro: Basta você ajudar

19/08/2009

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Caro leitor e amigo do Perspectiva Política,

Com muito orgulho informo que o Perspectiva foi escolhido por uma banca de jurados para ser um dos dez concorrentes ao prêmio Blogbooks, na categoria “política”.

Se vencer, o Perspectiva terá algumas postagens de destaque de seus arquivos unidas e transformadas em livro. Para obtermos a vitória, basta o seu voto.

Peço, encarecidamente, que me ajude nessa batalha que será árdua, mas que já me orgulha apenas por estar sendo travada por mim.

Ressalto que o voto precisa ser confirmado clicando em link enviado por e-mail a você pelo site do concurso.

Desde já obrigado.

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Ajudem o Perspectiva a se tornar livro

18/08/2009

Caros leitores e amigos do Perspectiva Política,

É com muito orgulho e satisfação que informo a vocês que o Perspectiva Política foi escolhido para fazer parte de um seleto grupo de dez blogs, escolhidos por uma qualificada banca ligada à empresa Singular Digital e à Editora Ediouro, que concorrerá, dentro da categoria “política”, a um prêmio interessantíssimo: A confecção de um livro com as melhores postagens do blog.

Trata-se do Prêmio Blogbooks, cuja equipe coordenadora entrou em contato com este blogueiro que vos fala e comunicou sobre a escolha do Perspectiva.

Para mim é uma alegria incomensurável perceber que o Perspectiva é visto pelos leitores, por outros blogueiros e, também, pelos promotores de concursos, como um blog de qualidade literária. É uma recompensa maior do que a que eu poderia pedir pelas horas de coleta de informações e escrita, pela ansiedade constante visando não deixar os leitores sem um novo texto para ler e pelo trabalho árduo que é administrar este blog que já é, praticamente, um site daqueles frequentemente atualizados.

É claro que será difícil vencer, afinal, a categoria “política” do Prêmio Blogbooks é recheada de companheiros de peso, porém, será mais difícil ainda se eu não puder contar com a ajuda de vocês, meus caros leitores. Leitores que respeito, que não deixo sem resposta em seus comentários e que, agora, lêem este meu pedido de ajuda.

Ajudem o Perspectiva a se tornar um livro. E não peço isso pela promoção pessoal ou, até mesmo, do blog em si. Peço isso pois sei que um livro e o destaque da vitória em um prêmio desta magnitude poderão ajudar a espalhar os valores do Perspectiva que esse País tanto precisa: A independência, a sensatez, o equilíbrio, a democracia, o olhar crítico, a transparência e a esperança.

O site do Prêmio Blogbooks entrou no ar hoje. Basta clicar aqui para ser direcionado a ele, visitar a categoria “política” e votar no Perspectiva Política.

Desde já agradeço os votos futuros. Ao mesmo tempo, agradeço o que já foi feito por vocês: Sem os leitores, o Perspectiva nunca teria sido indicado para este prêmio, nunca estaria contando com milhares de visitas mensais e, mais importante, nunca estaria sendo tão respeitado.

Muito obrigado. Conto com os votos de vocês e, se possível, com a campanha de vocês junto a outras pessoas para que elas também conheçam o Perspectiva e também votem.

Repetindo o link: CLIQUEM AQUI PARA VOTAR NO PERSPECTIVA POLÍTICA E AJUDAR O BLOG A SE TORNAR LIVRO.

Resultado da enquete: Em quem você votaria para Governador (Rio/São Paulo)?

15/08/2009

A décima e a décima primeira enquetes do Perspectiva Política em novo formato perguntavam o seguinte:

Se você pudesse votar em São Paulo, escolheria qual candidato a Governador?

Se você pudesse votar no Rio, escolheria qual candidato a Governador?

Pois bem. Aproveitando para agradecer o gigantesco número de votos,  1.341 votos na enquete sobre São Paulo e 1.130 votos na enquete sobre o Rio de Janeiro, sendo que não era possível para os leitores votar  mais de uma vez, o que aumenta mais ainda a relevância da marca alcançada, apresento os resultados:

São Paulo:

Geraldo Alckmin – 522 votos – 39%

Ciro Gomes – 314 votos – 23%

Outro candidato – 180 votos – 13%

Gilberto Kassab – 153 votos – 12%

Antonio Palocci – 142 votos – 11%

Aloysio Nunes Ferreira – 30 votos – 2%

Rio de Janeiro:

Fernando Gabeira – 466 votos – 41%

Sérgio Cabral – 172 votos – 15%

Outro candidato – 141 votos – 12%

Anthony Garotinho – 132 votos – 12%

Cesar Maia – 114 votos – 11%

Lindberg Farias – 105 votos – 9%

Se partirmos do pressuposto de que os leitores do Perspectiva conseguem representar, embora em menor escala, as intenções de voto da população como um todo, podemos tirar algumas conclusões destes resultados. Embora precisemos lembrar que muitos dos votantes, provavelmente, não residem em nenhum dos dois estados e que todos os votantes, obviamente, não residem em um deles, o que pode distorcer sensivelmente qualquer conclusão.

Mesmo assim, é possível citar alguns pontos:

1- O favoritismo total de Geraldo Alckmin em São Paulo.

2- O fato de estar muito claro que a única alternativa ao ex-Governador Alckmin para a aliança PSDB-DEM é o atual Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já que Aloysio Nunes Ferreira tem na enquete do Perspectiva, e nas pesquisas reais, índices pequenos de intenção de voto.

3- Ciro Gomes parece ser, pelo menos por enquanto, mais viável do que qualquer candidato petista em São Paulo. O que não quer dizer que ele tenha muitas chances de derrotar Alckmin.

4- No Rio de Janeiro, a disputa deverá ser mais equilibrada que em São Paulo.

5- O Governador Sérgio Cabral terá muitas dificuldades se sua base de sustentação tiver três candidatos (ele mesmo, Garotinho e Lindberg) e a oposição unir Gabeira e Cesar Maia em torno de uma candidatura só, o que está perto de ocorrer.

6- Cabral vai mal para alguém que tenta a reeleição.

Dito isso, coloco à disposição de vocês na barra lateral à direita  uma nova enquete que pergunta:

Se Marina Silva for candidata à Presidência, você votará nela?

Aguardo as respostas de vocês.