Disse o Senador Arthur Virgílio:
“Ou o PT e o PSDB se entendem ou jamais faremos as reformas que o país precisa. Nossas diferenças são pequenas.”
Este blogueiro concorda plenamente com esta declaração do Senador Arthur Virgílio. Com certeza, algumas atitudes passadas do Senador vão contra a defesa da união de PSDB e PT em torno das reformas necessárias ao País, mas não é o caso deste blogueiro.
Este blog defendeu, defende e defenderá a união dos partidos que formam o bipartidarismo de fato brasileiro no que tange as reformas. Que se tenham diferentes programas, que se tenham diferentes ideologias, que se tenham diferentes projetos, mas é necessário, extremamente necessário, que haja uma união a favor de um objetivo que tem que ser comum: A melhoria do País.
Da mesma forma que republicanos e democratas se unem nos Estados Unidos quando trata-se de um tema de interesse nacional insofismável, deveriam se aliar PT e PSDB no que diz respeito às reformas política, tributária, previdenciária, entre outras. Trata-se do pragmatismo no seu bom sentido. Trata-se de deixar de lado os louros individuais do empreendimento da melhoria e o regozijo pelo fracasso alheio em benefício da nação.
É claro que esta união não é nada fácil e que a existência de tucanos mais extremados que não querem nem ouvir falar em petistas e de petistas odiosos aos tucanos dificulta as coisas. Mas isso não quer dizer que a união destes partidos em torno de causas urgentes não configura um motivo de luta muito justo.
Quanto aos pequenos detalhes e divergências que orbitam a espinha dorsal destas causas, bastaria sensata e honesta negociação.
Longe de mim afirmar que o Senador Arthur Virgílio sempre se comportou de modo a cultivar a união que prega na declaração que deu.
Mas presto-me a assinar embaixo do conceito que a declaração traz.










