Informa o Globo:
“A defesa da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais pelo PT, no programa de governo de Dilma Rousseff, contraria o Palácio do Planalto, que não encaminhou essa proposta ao Congresso.
Em conversa com as centrais sindicais, o presidente Lula disse que essa era uma bandeira dos trabalhadores não só no Brasil, mas que eles tinham que procurar os empresários e tentar um acordo.”
Trata-se de uma divergência que, com certeza, espelha uma dúvida que muitos têm, entre eles este blogueiro:
Seria a redução de 44 para 40 horas semanais de trabalho um ótimo benefício para o trabalhador brasileiro, merecedor de mais tempo de descanso e lazer em família, ou algo prejudicial que, aumentando o custo do trabalhador brasileiro e os encargos trabalhistas, afastaria o investimento externo e diminuiria o número de empregos?
É uma dúvida cruel. Parecida com a do aumento da licença-maternidade de 4 para 6 meses.
Aumentar os benefícios trabalhistas e, consequentemente, elevar os encargos do empregador, é algo aconselhável na conjuntura econômica atual? Há espaço para isso ou problemas são trazidos?
Complicado…
O blogueiro admite que não tem opinião completamente formada. Aguardo as contribuições dos leitores nos comentários.










