Postagens com a palavra-chave ‘Néstor Kirchner’

Argentina aprova casamento homossexual

15/07/2010

Informa o Globo a respeito da legalização do casamento homossexual na Argentina:

“A Argentina tornou-se o primeiro país latino-americano a autorizar homossexuais a se casarem e adotarem filhos, desafiando a oposição católica para engrossar as fileiras dos poucos países, em sua maioria europeus, que já contam com leis semelhantes.

O Senado argentino aprovou a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo na madrugada da quinta-feira, após mais de 14 horas de debates acirrados, enquanto centenas de manifestantes permaneciam reunidos diante do Congresso sob frio. Os senadores aprovaram a lei por 33 votos contra 27, com três abstenções.

‘Somos agora uma sociedade mais justa e democrática. Isso é algo que todos devemos festejar’, disse a destacada líder dos direitos dos homossexuais Maria Rachid, enquanto os defensores da lei se abraçavam e festejavam o resultado da votação.

 

[...]

País nominalmente católico, a Argentina agora se encontra na vanguarda dos direitos dos gays na região.

Líderes da Igreja Católica tinham feito campanha contra a lei, reunindo dezenas de milhares de manifestantes contrários a ela, desde crianças até freiras idosas, diante do Congresso na terça-feira.

Mas as pesquisas de opinião mostram que a maioria dos argentinos é a favor do casamento gay.

 

[...]

Analistas políticos dizem que a postura adotada pela presidente teve o objetivo de reforçar as credenciais de esquerda de seu partido. A expectativa ampla é que Nestor Kirchner, marido de Cristina e seu predecessor na Presidência, volte a candidatar-se para as eleições de outubro de 2011.”

“Minha candidata é a Dilma”, diz Chávez

28/09/2009

Informa a Folha:

“O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse neste sábado que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, é sua candidata para as eleições brasileiras de 2010.

‘Dilma será a próxima presidente do Brasil’, afirmou Chávez em seu discurso na abertura da 2ª Cúpula América do Sul-África, realizada em Isla Margarita, na Venezuela.

‘Sei que vão me acusar de ingerência, meu coraçãozinho é quem está falando’, disse. ‘Minha candidata é a Dilma.’ A ministra tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar a Presidência pelo PT.

Lula, que participa da Cúpula na Venezuela, sorriu ao ouvir o discurso do colega. Chávez lamentou o término do mandato do presidente brasileiro.

‘Mas Lula não se irá, ele fica, assim como Néstor Kirchner [ex-presidente da Argentina], que se foi, mas não se foi’, afirmou Chávez, em referência à eleição da presidente Cristina Kirchner como sucessora do marido. “

Olhem, meus caros: Este blogueiro que vos fala ainda não se decidiu a respeito de que candidato presidencial defenderá em 2010. Na realidade, não sei ainda, nem mesmo, se algum candidato será por mim defendido. Talvez nenhum seja.

Além disso, a independência do Perspectiva Política, reconhecida e comprovada por seus leitores, impede que este blogueiro resolva, unilateralmente, fazer apenas comentários abonadores com relação a um candidato e desabonadores com relação aos outros.

Como tenho dito, o Perspectiva elogia o que deve ser elogiado e critica o deve ser criticado, valendo esta máxima para todos os pré-candidatos à Presidência, aos governos estaduais e, também, aos cargos legislativos.

Pois bem. Dito isso, não poderia eu, por meu total repúdio a Hugo Chávez, deixar de dizer que ganhei pelo menos um motivo forte para não votar em Dilma Rousseff.

Este blogueiro que vos fala não vê com bons olhos votar em um candidato apoiado por Hugo Chávez. Longe de mim desaconselhar vocês, leitores, a fazê-lo, porém, trata-se de minha humilde posição pessoal. Não quero aqui convencer ninguém, que fique bem claro, mas esta é minha opinião.

Parto do seguinte princípio: Se Chávez apóia certo candidato, com certeza algo indesejado pelas pessoas de bem faz parte dos princípios norteadores das alianças políticas deste candidato, afinal, nenhum democrata que se preze pode ser aliado de Chávez, empreendedor de uma semi-ditadura autoritária, personalista e cerceadora de liberdades na Venezuela.

É curioso perceber que Chávez admite, já em sua fala, que será acusado de ingerência. E será mesmo. Acuso-o aqui neste momento: Hugo Chávez não pode se imiscuir no processo eleitoral brasileiro. Não lhe diz respeito. Muito pelo contrário. Que ele fique bem longe.

Vale ainda salientar que Chávez afirma que, assim como Néstor Kirchner, que elegeu sua esposa Presidente da Argentina, Lula irá embora sem realmente ir caso Dilma Rousseff vença. Em resumo, Chávez acaba por ressaltar o caráter artificial de marionete de Lula da Ministra da Casa Civil.

Até que ponto o povo brasileiro deseja alguém sem independência, sem iniciativa própria e sem comando real ocupando a cadeira mais influente da nação?

Uma coisa é Dilma ser a queridinha de Lula, a sucessora do Presidente, a representante total da continuidade. Outra coisa totalmente oposta é Dilma ser alguém que, uma vez no poder, telefonará para Lula sempre que precisar tomar uma decisão qualquer, por mais banal que seja.

Enfim, as declarações de Hugo Chávez, ao contrário de auxiliarem, atrapalham Dilma Rousseff. Elas demonstram claramente diversos pontos fracos da Ministra, entre eles, o fato de se aliar a regimes antidemocráticos e o fato de não ter nenhuma luz própria.

Não sei se Lula gostou do que Chávez disse. Que eu saiba, o que o caudilho aconselha não é seguido no Brasil, pelo contrário. Nossa sociedade já tem maturidade suficiente para reconhecer os malefícios dos arroubos chavistas.

Em suma, o Perspectiva sempre aconselhará os seus leitores a pesquisarem o máximo possível a respeito de todos os candidatos e suas respectivas propostas e, feito isso, escolherem o que preferirem e entenderem como melhor para o País. Porém, não poderia deixar de ser apontado que, na minha opinião, uma aliança com Chávez é defeito, e não qualidade.

Se uma soma fosse ser feita por mim para decidir meu candidato a Presidente, imputando aos pontos fortes valores positivos e aos pontos fracos valores negativos, com certeza o sinal de menos estaria na frente do valor correspondente ao fato de certo nome ser o indicado por Hugo Chávez. É um contra, e não um pró. Quem Hugo Chávez apóia, cai em meu conceito.

Alguns poderão dizer que apoios não podem ser escolhidos ou negados. Talvez seja verdade. Mas, observando a relação entre Lula e Chávez, não acredito que o apoio a Dilma seja simples voluntarismo do venezuelano.

Em tempo: Destaco a ridicularidade total da palavra “coraçãozinho” utilizada por Chávez. Patético. Este “coraçãozinho” deveria aparecer não para apoiar Dilma, e sim, para que não fossem perseguidos opositores na Venezuela.

Kirchners estariam repensando tentativa de reeleição de Cristina

05/07/2009

Corre a informação de que, devido à derrota nas recente eleições parlamentares, a Presidente argentina Cristina Kirchner, juntamente com seu marido, o ex-Presidente “quase-chavista” Néstor Kirchner, estaria repensando a tentativa de reeleição nas próximas eleiçõs presidenciais do país que se darão em 2011.

A justificativa para essa mudança de rumo seria o fato de Cristina e Néstor estarem receosos com relação a um novo fracasso. Entendem que o momento é ruim. Com razão.

Acontece que, na minha opinião, não resta muita opção para o “casal K”. Se Cristina não tentar a reeleição, o vácuo será com certeza ocupado e o kirchnerismo estará próximo do fim.

Não que eu não deseje isso, afinal, condeno todo e qualquer tipo de governo que seja autoritário e que, sendo latino-americano, se aproxime do chavismo. É apenas uma análise política lógica.

Quem sabe os kirchners pensem em imergir para depois emergir. É possível. Mas não sei se daria certo.

Fato é que, independentemente dos rumos dos kirchners, a Argentina é um país importantíssimo para o Brasil e que, até certo ponto, tem seu papel mundialmente. Sendo assim, necessita, assim como outras nações, de um governo mais democrático e responsável e que, se for de esquerda, se aproxime mais do que é a esquerda chilena e menos do que é a esquerda venezuelana.

Argentina: Após derrota, Néstor Kirchner renuncia à presidência de Partido Justicialista

29/06/2009

“Argentina: Após derrota, Néstor Kirchner renuncia à presidência de Partido Justicialista”

O Perspectiva previu e aconteceu: De Narváez se apresentou como boa alternativa ao quase-chavismo de Néstor Kirchner, e de sua esposa Cristina, e venceu o ex-Presidente nas eleições parlamentares argentinas.

Com a derrota, Kirchner decidiu, como informado pela notícia citada acima, renunciar à presidência do Partido Justicialista.

Pode até ser que o “Casal K”, como são chamados na Argentina Néstor e Cristina, mantenha algum poder e consiga fazer sua ascenção reviver das cinzas, até porque Cristina ainda tem a presidência, e todo o peso dela, nas mãos.

Porém, se não me equivoco, acredito que agora seja o início de um período de “ladeira abaixo” dos kirchners e do kirchnerismo, consequentemente.

A base parlamentar de Cristina é fraca, seu marido não mais tem cacife para comandar o Partido Justicialista, a economia vai mal, a proximidade com Hugo Chávez traz prejuízos eleitorais, que derivam da correta visão do povo argentino de que ser “bolivariano” não é nada bom, e a oposição vem forte para as próximas eleições presidenciais.

O kirchnerismo, assim como fez o peronismo, pode até retornar. Não afirmo que não. Mas a tendência não é essa.

E que bom que é assim. A América do Sul precisa de lideranças responsáveis e adaptadas aos novos tempos. A esquerda deve ser a de Lula e Bachelet, e não, a de Chávez, Morales, Correa, Kirchner e afins.

Em tempo: Há que se reconhecer um ponto a favor de Kirchner. Quando ele percebeu a insustentabilidade de sua posição, renunciou à liderança do partido. No Brasil, em um caso semelhante, o político em questão relutaria para “largar o osso” ou até não o faria, esperando ansiosamente a calmaria.

Perspectiva acertou: Narváez vence e Kirchner e kirchnerismo são derrotados nas eleições parlamentares na Argentina

29/06/2009

Informa a Folha:

“O ex-presidente e candidato a deputado Nestor Kirchner reconheceu a derrota nas eleições ao Congresso na Argentina, um duro golpe para o governo de sua mulher, Cristina Kirchner, em termos de apoio legislativo. Segundo resultados parciais divulgados pelo jornal ‘El Clarín’, a presidente perdeu 22 deputados na nova configuração da Câmara.

Com pouco mais de 87% das urnas apuradas, o opositor Francisco de Narváez, líder da aliança União-PRO (peronistas dissidentes liberais), tinha 34,51% dos votos. Kirchner contava com 32,16% de apoio nas urnas. O jornal diz que a diferença já não é mais possível de ser contornada pelos governistas.

‘Perdemos por muito pouco’, afirmou Kirchner. O opositor comemorou a vitória na província de Buenos Aires, a de maior peso político para o Congresso e tradicional reduto peronista, e afirmou que vai buscar apoio do governo por meio do diálogo.

Para Narváez, sua vitória ‘virou a página da história’. ‘Dissemos que um dia íamos mudar a história. Este é o dia’, defendeu. Empresário nascido na Colômbia e naturalizado argentino, o político disse que derrotou ‘a velha e a má política’ e ressaltou que a escolha ‘está definida’.

Pois bem. Veja o que disse este blog há mais de duas semanas:

De Narváez é lúcido, sabe quais lutas podem ser vencidas pela Argentina e quais posições são mais cômodas sem embates. Sem menosprezar seu país mas, ao mesmo tempo, sem pensar grande demais, o político se apresenta, na minha opinião, como boa opção para os argentinos.

[...]

Em resumo, este blogueiro acredita que De Narváez ainda não teve sua vida e seu passado investigados o suficiente para que se possa dizer que ele é o homem honesto que a Argentina precisa. Porém, acredito que já posso dizer o seguinte a vocês, leitores:

De Narváez tem boas propostas e ideias corretas. Fiquem de olho neste nome.

Como já disse em outra ocasião:

O Perspectiva, na pessoa deste blogueiro que vos fala, acertou em cheio.

Agradeço a vocês, leitores assíduos por mais esse êxito analítico. É por vocês existirem que o meu exercício é recompensado e, consequentemente, mantido, aprimorando-se.

Em tempo, clique aqui para conferir a cobertura completa do resultado das eleições argentinas do jornal Clarín.

Perspectiva previu: De Narváez incomoda os Kirchner na Argentina

28/06/2009

Disse este blogueiro na postagem “Francisco De Narváez: Uma opção para a Argentina”:

De Narváez é lúcido, sabe quais lutas podem ser vencidas pela Argentina e quais posições são mais cômodas sem embates. Sem menosprezar seu país mas, ao mesmo tempo, sem pensar grande demais, o político se apresenta, na minha opinião, como boa opção para os argentinos.

[...]

Nessa linha, diz De Narváez a respeito da política externa regional da Argentina: “A Argentina deve ser o Canadá dos EUA para o Brasil. Um sócio estratégico, mas minoritário. Temos de parar de brigar. Mas podemos ganhar do Brasil no futebol (risos). Nosso futuro é estarmos unidos. Precisamos sair desse eixo Caracas-La Paz-Quito.”

Não poderia estar mais certo.

Em resumo, este blogueiro acredita que De Narváez ainda não teve sua vida e seu passado investigados o suficiente para que se possa dizer que ele é o homem honesto que a Argentina precisa. Porém, acredito que já posso dizer o seguinte a vocês, leitores:

De Narváez tem boas propostas e ideias corretas. Fiquem de olho neste nome.

Pois bem. Informa recentemente, a respeito das eleições parlamentares argentinas, o Estadão:

“Néstor Kirchner, ex-presidente argentino e cabeça da chapa governista para as eleições parlamentares de amanhã, testará nas urnas a estratégia de campanha assentada no flagrante uso da máquina pública. Marido da presidente Cristina Kirchner, ele se deslocou pela Província de Buenos Aires em helicópteros da Casa Rosada. Também se valeu da estrutura do governo – das assessorias de imprensa aos programas oficiais de assistência social – para cultivar um eleitorado que ainda pende para seu rival, o dissidente peronista Francisco De Narváez.

A um dia das eleições, as pesquisas apontam uma diferença de apenas 2,5 pontos porcentuais entre as chapas de Kirchner e de De Narváez. O resultado da eleição, mesmo com a vitória dos Kirchners, deixa claro um cenário nada fácil para o governo na sucessão presidencial.”

O Perspectiva, na pessoa deste blogueiro que vos fala, acertou em cheio.

Agradeço a vocês, leitores assíduos por mais esse êxito analítico. É por vocês existirem que o meu exercício é recompensado e, consequentemente, mantido, aprimorando-se.

Francisco De Narváez: Uma opção para a Argentina

15/06/2009

Este blogueiro admite que não conhece a fundo as propostas e a biografia do argentino Francisco De Narváez, porém, ao mesmo tempo, pode afirmar categoricamente que, levando em conta o que sabe, o prefere fortemente quando o compara com o casal Kirchner.

De Narváez é lúcido, sabe quais lutas podem ser vencidas pela Argentina e quais posições são mais cômodas sem embates. Sem menosprezar seu país mas, ao mesmo tempo, sem pensar grande demais, o político se apresenta, na minha opinião, como boa opção para os argentinos.

Francisco De Narváez diz que a Argentina deve estar para o Brasil assim como o Canadá está para os Estados Unidos. Proposta lúcida e inteligente. O desenvolvimento do Canadá e a qualidade de vida naquele país em nada deixam a desejar quando comparados com os dos EUA, ou seja, o Canadá não é subserviente, ele se aproveita do forte desenvolvimento do vizinho para também prosperar.

A Argentina estaria seguindo um bom rumo se pensasse assim. Intensificasse seu comércio com o Brasil, negociasse melhor as barreiras alfandegárias e entendesse que os países não são rivais, e sim, “hermanos”.

Nessa linha, diz De Narváez a respeito da política externa regional da Argentina: “A Argentina deve ser o Canadá dos EUA para o Brasil. Um sócio estratégico, mas minoritário. Temos de parar de brigar. Mas podemos ganhar do Brasil no futebol (risos). Nosso futuro é estarmos unidos. Precisamos sair desse eixo Caracas-La Paz-Quito.”

Não poderia estar mais certo.

Em resumo, este blogueiro acredita que De Narváez ainda não teve sua vida e seu passado investigados o suficiente para que se possa dizer que ele é o homem honesto que a Argentina precisa. Porém, acredito que já posso dizer o seguinte a vocês, leitores:

De Narváez tem boas propostas e ideias corretas. Fiquem de olho neste nome.

Irmãos e hermanos

28/12/2008

Brasil e Argentina

Ancelmo.com: “Até 2016, todas as escolas da Argentina vão oferecer português como opção de idioma estrangeiro.”

Muito interessante ficar ciente da informação. O fato dos argentinos terem como opção de idioma estrangeiro, o português, aumentará, com certeza, o número de hermanos fluentes em nossa língua. Isso, consequentemente, fortalecerá a integração dos dois países, tão importante no mundo globalizado atual.

É claro para quem quiser ver que, para enfrentar o mundo competitivo que temos hoje, inclusive em épocas de crise, a integração entre Brasil e Argentina é imprescindível. É muito importante, tanto para nós, como para os argentinos, ter uma boa relação com o vizinho mais importante, sem rixas e sem rivalidades, pensando apenas em como a cooperação entre si pode facilitar o desenvolvimento de ambos.

É de conhecimento geral que Argentina e Brasil são o âmago do Mercosul. Toda a representatividade do bloco advém do poder de fogo desses dois países e a verdade é que Uruguai e Paraguai têm papéis menores dentro do Mercado Comum.

A facilitação do comércio entre os países, através da eliminação do dólar  como intermediador das trocas entre eles e do comércio bilateral somente com real e peso, já havia sido uma importante medida, que, juntamente com essa idéia de se ensinar português aos argentinos, só tem a fortalecer os laços entre essas nações que são rivais no esporte, principalmente no futebol.

Para mim, é inegável a importância da integração entre Argentina e Brasil e tenho a certeza de que, com cada lado cedendo em certas ocasiões, uma parceria mais profunda entre os países só trará dividendos para os mesmos.

É claro que o governo argentino tem de ser condizente com a grandeza do país e tem que conseguir, além de estabelecer acordos vantajosos para ambos os lados, fazer com que os lucros auferidos desses acordos desenvolvam o país e melhorem a vida do povo argentino.

Infelizmente, os governos Kirchner, tanto do marido Néstor, quanto da esposa Cristina, não parecem ser primores de administração, para ficarmos por aí. Sendo assim, acredito que os benefícios para o lado argentino de uma grande parceria com o Brasil, em um bom momento, apareceriam mais caso nosso vizinho tivesse um governo mais competente.

Mas isso é história para outra postagem…