Postagens com a palavra-chave ‘Hélio Costa’

Artigo: Disputa por espaço – Merval Pereira

31/08/2010

Reproduzo aqui no Perspectiva artigo longo – mas que vale a pena ser lido – de Merval Pereira, colunista de O GLOBO. Ele aponta com competência a provável correlação de forças político-partidárias que teremos no País a partir de 1° de janeiro de 2011:

Disputa por espaço

Merval Pereira*

O presidente Lula está utilizando sua força eleitoral para transferir aos estados a mesma expectativa de poder que conseguiu no plano nacional, no qual, antes mesmo de sua candidata oficial aparecer na frente das pesquisas, já havia uma percepção generalizada entre os eleitores de que ela acabaria sendo a vencedora.

A estratégia eleitoral do presidente Lula, que vem sendo vitoriosa em relação à campanha presidencial — com sua candidata se colocando com folga à frente do candidato oposicionista —, se desdobra agora na fase regional, onde o objetivo não é fazer a maioria dos governadores, mas, sim, garantir uma maioria sólida no Senado.

Um senador vale por três governadores, avisava bem antes da reta final da eleição o próprio Lula, justificando ter aberto mão de disputar muitos governos estaduais em favor de aliados em melhores condições.

Até o momento, no entanto, as pesquisas indicam que, além de mais governadores, a oposição e os independentes dos partidos aliados estão conseguindo manter um equilíbrio de forças dentro do Senado.

O PSDB hoje aparece com possibilidade de eleger nada menos que dez governadores, sendo que está na liderança das pesquisas do Ibope nos dois maiores colégios eleitorais, São Paulo, com Geraldo Alckmin, e Minas Gerais, com Antonio Anastasia.

Pode vencer ainda em Goiás, com Marconi Perillo; no Paraná, com Beto Richa; no Piauí, com Sílvio Mendes; em Rondônia, com Expedito Júnior.

Além disso, tem boas chances no Amapá, com Jorge Amanajás; no Mato Grosso, com Wilson Santos; em Roraima, com José Anchieta Júnior; e em Tocantins, com Siqueira Campos.

O DEM lidera no Rio Grande do Norte, com Rosalba Ciarlini, e tem chance de vencer em Santa Catarina, com Raimundo Colombo, e em Sergipe, com João Alves. No Distrito Federal, por enquanto, a liderança está com Joaquim Roriz, do PSC.

No Senado, das 27 cadeiras que estão fora da disputa, por seus detentores terem mais quatro anos de mandato, nada menos que 14 são de oposicionistas ou de independentes: Marconi Perillo (Goiás) — que pode se eleger governador e colocará seu suplente Ciro Miranda Junior, também do PSDB —; Elizeu Rezende (DEM); Marisa Serrano (PSDB); Jaime Campos (DEM); Mario Couto (PSDB); Cícero Lucena (PSDB); Jarbas Vasconcellos (PMDB); Álvaro Dias (PSDB); Francisco Dornelles (PP) — que terá seu caráter independente reforçado pela chegada ao Senado de Aécio Neves; Rosalba Ciarlini, do DEM — que deve ser eleita governadora do Rio Grande do Norte e colocará em seu lugar o pai do senador Garibaldi Alves ou Ivonete Alves da Silva; Mozarildo Cavalcanti (PTB); Pedro Simon (PMDB); Raimundo Colombo (DEM) — que pode ser eleito governador de Santa Catarina e colocará em seu lugar o suplente Casildo Maldaner, do PMDB independente; Maria do Carmo Alves (PSDB); Katia Abreu (DEM).

Na nova safra de senadores a serem eleitos este ano, são os seguintes os senadores da oposição ou independentes que podem se eleger: Heloisa Helena (PSOL); Arthur Virgílio (PSDB) — que disputa a segunda vaga com Vanessa Grazziotin, do PCdoB —; Cesar Borges (PR); Tasso Jereissati (PSDB); Cristovam Buarque (PDT); Maria Abadia (PSDB) — que disputa a segunda vaga do Distrito Federal com Rodrigo Rollemberg, do PSB —; Demóstenes Torres (DEM); Lucia Vania (PSDB); Aécio Neves (PSDB); Itamar Franco (PPS); Valéria Pires (DEM); Antero Paes e Barros (PSDB).

Outros prováveis futuros senadores são Cassio Cunha Lima (PSDB da Paraíba; é o favorito, mas luta no Supremo para não ser considerado “ficha-suja”), Efraim de Moraes (DEM) — que disputa uma vaga com Vital do Rego Filho, do PMDB —; Marco Maciel (DEM) — que disputa a vaga com Armando Monteiro Filho, do PTB —; Mão Santa (PSC); Cesar Maia (DEM); José Agripino Maia (DEM); Ivo Cassol (PP); Ana Amélia Lemos (PP); Germano Rigotto (PMDB); Luiz Henrique (PMDB); Albano Franco (PSDB); e Orestes Quércia (PMDB) — que disputa uma vaga com Netinho, do PCdoB.

Como se vê, o equilíbrio real de forças no Senado continuará sendo grande, com uma pequena vantagem governista, que não garante a aprovação de questões polêmicas, e, muito menos, mudanças constitucionais que exigem quórum de 3/5 dos senadores.

Ao mesmo tempo, a presumível força eleitoral com que o PMDB sairá das urnas — deve eleger a maior bancada da Câmara e do Senado e grande número de governadores — está fazendo com que tanto governo quanto oposição comecem a negociar alianças para neutralizá-lo.

O PMDB pode eleger até nove governadores, sendo que dois deles — André Pucinelli, do Mato Grosso do Sul, e José Fogaça, do Rio Grande do Sul — são independentes e não estão envolvidos na campanha de Dilma Rousseff.

O partido deve eleger ainda Roseana Sarney no Maranhão, Sinval Barbosa no Mato Grosso, José Maranhão na Paraíba, Sérgio Cabral no Rio de Janeiro e Carlos Gaguim em Tocantins.

E tem chances também em Minas Gerais, com Hélio Costa, e em Rondônia, com Confúcio Moura.

Esse poder todo está movimentando não apenas a base petista, que sabe que vai ter que dividir realmente o poder, inclusive a distribuição de cargos, com o PMDB, mas também a base governista mais ampla, que teme que não sobrará espaço para mais ninguém com a disputa entre PT e PMDB.

O PSB, que deve eleger pelo menos três governadores — Cid Gomes no Ceará, Eduardo Campos em Pernambuco e Renato Casagrande no Espírito Santo —, é o mais preocupado em ganhar espaço para negociar e já propõe uma união entre PT, PSDB e PSB para se contrapor ao PMDB.

O ex-governador Aécio Neves — que terá sua liderança reforçada se conseguir eleger seu candidato Antonio Anastasia — prevê que a polarização com o PT continuará, e pretende fazer uma aliança do PSDB com PDT, PSB, PPS, DEM e mais PP, PTB e parte do PMDB, para disputar com o PMDB oficial e o PT o comando do Senado.

Pode ser que uma onda governista altere esse quadro, mas até o momento isso não aconteceu.

Resultados de pesquisas para os Governos Estaduais

27/08/2010

Saíram alguns resultados para os Governos Estaduais . Vamos a alguns deles:

São Paulo ( Datafolha)

Geraldo Alckmin (PSDB)  – 54%

Aloizio Mercadante (PT) – 20%

Celso Russomano (PP) – 7%

Paulo Skaf (PSB) – 3%

Minas Gerais (Datafolha)

Hélio Costa (PMDB) – 43%

Antonio Anastasia (PSDB) – 29%

Rio de Janeiro (Datafolha)

Sérgio Cabral (PMDB) – 56%

Fernando Gabeira (PV) – 17%

Paraná (Datafolha)

Beto Richa (PSDB) – 47%

Osmar Dias (PT) – 34%

Rio Grande do Sul (Datafolha)

Tarso Genro (PT) – 42%

José Fogaça (PMDB) – 27%

Yeda Crusius (PSDB) – 14%

Distrito Federal (Datafolha)

Joaquim Roriz (PSC) – 41%

Agnelo Queiroz (PT) – 35%

Pernambuco (Datafolha)

Eduardo Campos (PSB) – 67%

Jarbas Vasconcellos (PMDB) – 19%

Bahia (Datafolha)

Jaques Wagner (PT) – 47%

Paulo Souto (DEM) – 23%

Geddel Vieira Lima (PMDB) – 11%

Ceará (Vox Populi)

Cid Gomes (PSB) – 51%

Lúcio Alcântara (PR) – 20%

Marcos Cals (PSDB) – 10%

Alagoas (Ibope)

Ronaldo Lessa (PDT) – 29%

Fernando Collor (PTB) – 28%

Teotônio Vilela Filho (PSDB) – 24%

 

 

Análise Geral: A continuidade e a virada de Anastasia em Minas

27/08/2010

Não há dúvida de que o povo brasileiro, em sua maioria, quer hoje continuidade das políticas que lhe agradam.

Por conta disso, a oposição se vê um tanto quanto encurralada e sem poder propor a mudança radical.

Ao invés de defender a mudança no que caminha mal, José Serra pregou um continuísmo alternativo e meteu os pés pelas mãos.

Mas esse não é o tema em questão. Tratemos aqui de como a tendência de continuidade afeta os estados e, especificamente, Minas Gerais.

Nas unidades da federação se quer, como já dito, a continuidade a nível federal. Contudo, isso varia a nível estadual.

Se a discussão em um estado específico for nacionalizada, ganha espaço quem quer que seja o candidato de Lula.

Mas se o debate for regionalizado, ganha terreno o candidato da máquina estadual, com a sensação de bem-estar sendo conectada com a gestão da unidade federativa.

Portanto, chega-se à conclusão de que os candidatos dos partidos da oposição, quando tentando a reeleição ou apoiados pelos governadores, podem se aproveitar da tendência de continuidade se não nacionalizarem o debate, mesmo sem o apoio de Lula.

É por essas e por outras que os candidatos da oposição nos estados tendem a abandonar Serra: Significaria perder um pouco da relação com o status quo desejado pelo povo.

Por conta disso, Alckmin lidera com folga em São Paulo mesmo sem a ajuda de Lula, mas sendo acusado de não se empenhar na campanha de Serra.

Mas o maior exemplo não é Alckmin e sim Anastasia. Apoiado por Aécio e pregando a continuidade a nível estadual, o atual Governador caminha a passos largos para virar o jogo e ultrapassar Hélio Costa nas pesquisas. Aécio é para Minas quase o que Lula é para o Brasil.

Tanto é verdade o que digo que os peemedebistas já estão preocupadíssimos com o destino da campanha de Hélio.

E mais do que isso: O governo torce para que, no intuito de auxiliar Serra, Aécio nacionalize a campanha mineira, facilitando a vida de Lula.

Aécio gravou depoimento para Serra que passou na televisão ontem.

Os petistas acham que Aécio mordeu a isca.

Mas se a virada de Anastasia for ameaçada, ele retira o anzol da boca em dois tempos.

Como um bom mineiro.

A consequência de alianças forjadas: Hélio e Pimentel não se entendem

19/08/2010

Informa Lauro Jardim, da Veja, em seu blog:

“Há um claro estranhamento entre Hélio Costa e Fernando Pimentel nesta campanha. Costa é (ou era para ser) o candidato ao governo de Minas Gerais apoiado por Pimentel. E Pimentel é (ou era para ser) o candidato ao Senado na chapa de Hélio Costa…”

Em Minas Gerais, PT e PMDB sempre foram adversários. Algumas disputas chegaram a baixar o nível do debate.

Hoje, por conta da aliança nacional pró-Dilma, as legendas estão unidas. Mas apenas formalmente, continuando, de fato, distantes.

Essa é a consequência de alianças distorcidas feitas a reboque do interesse das cúpulas partidárias.

A arbitrariedade vence as reticências das mentes, mas não as dos corações.

Ninguém esquece o jogo sujo passado do pseudo-novo amigo e isso vale também para uniões no campo da oposição.

No caso específico de Minas, Aécio Neves e seu candidato Antonio Anastasia agradecem.

Enquanto Patrus Ananias aparece em cartazes com Hélio Costa, a internet relembra facilmente os arranca-rabos deste com os movimentos sociais aliados ao PT.

E segue o jogo…

Datafolha: Ùltimas pesquisas para os governos estaduais

15/08/2010

Em alguns Estados saíram os resultados das pesquisas do Datafolha pela disputa dos Governos Estaduais:

Distrito Federal

Joaquim Roriz (PSC) – 41%

Agnelo Queiroz (PT) – 33%

Toninho (PSOL) – 2%

São Paulo

Geraldo Alckmin (PSDB) – 54%

Aloizio Mercadante (PT) – 16%

Celso Russomanno (PP) –  11%

Paulo Skaf (PSB) –  2%

Fabio Feldmann (PV) - 1%

Minas Gerais

Hélio Costa (PMDB) - 43 %

Antonio Anastasia (PSDB) - 17 %

Fabinho (PCB) – 2%

Vanessa Portugal (PSTU) - 2%

Pernambuco

Eduardo Campos (PSB) – 62%

Jarbas Vasconcelos (PMDB) – 21%

Bahia

Jaques Wagner (PT) – 45%

Paulo Souto (DEM) – 23%

Geddel Vieira Lima (PMDB) – 10%

Rio Grande do Sul

Tarso Genro (PT) – 38%

José Fogaça (PMDB) – 27%

Yeda Crusius (PSDB) – 16%

Paraná

Beto Richa (PSDB) – 46%

Osmar Dias (PDT) – 34%

 

 

Saem resultados de pesquisas sobre os governos estaduais

31/07/2010

Saíram resultados de pesquisas para a disputa dos governos em alguns estados.

Seguem abaixo os índices alcançados pelos candidatos em pesquisas realizadas pelo Ibope e pelo Datafolha respectivamente (apenas um instituto em alguns casos):

São Paulo

Geraldo Alckmin (PSDB) – 50% / 49%

Aloizio Mercadante (PT) – 14% / 16%

Celso Russomanno (PP) – 9% / 11%

Rio de Janeiro

Sérgio Cabral (PMDB) – 58% / 53%

Fernando Gabeira (PV) – 14% / 18%

Minas Gerais

Hélio Costa (PMDB) – 39% / 44%

Antonio Anastasia (PSDB) – 21% / 18%

Pernambuco

Eduardo Campos (PSB) – 60% / 59%

Jarbas Vasconcellos (PMDB) – 24 % / 28%

Rio Grande do Sul

Tarso Genro (PT) – 39% / 35%

José Fogaça (PMDB) – 29% / 27%

Yeda Crusius (PSDB) – 15% / 15%

Paraná

Beto Richa (PSDB) – 43% (Datafolha)

Osmar Dias (PDT) – 38% (Datafolha)

Bahia

Jaques Wagner (PT) – 44% (Datafolha)

Paulo Souto (DEM) – 23% (Datafolha)

Geddel Vieira Lima (PMDB) – 13% (Datafolha)

Ceará

Cid Gomes (PSB) – 47% (Datafolha)

Lúcio Alcantâra (PR) – 26% (Datafolha)

Santa Catarina

Ângela Amin(PP) – 37% (Ibope)

Raimundo Colombo (DEM) – 20% (Ibope)

Ideli Salvatti (PT)  – 13% (Ibope)

Aécio quer valer por três: Ele mesmo, Anastasia e Itamar

10/07/2010

O ex-Governador mineiro Aécio Neves é tido como o homem com mais prestígio político em Minas Gerais.

A aprovação de seu governo e sua popularidade são astronômicas e as estatísticas já foram postas à prova quando sua reeleição foi conseguida com mais de 70% dos votos válidos.

Pois bem. Eis que Aécio colocará todo esse prestígio em jogo mais uma vez. Ele quer valer por três nas eleições deste ano: Por ele mesmo, pelo atual Governador Antonio Anastasia e pelo ex-Presidente Itamar Franco.

Aécio concorrerá ao Senado e tem uma eleição ganha.

Anastasia concorrerá a reeleição para o cargo de Governador e se chegar à vitória o terá feito única e exclusivamente por conta da influência de Aécio.

Itamar também tentará o Senado e, mesmo tendo votos próprios, conta com o auxílio de Aécio para superar sem sobressaltos o petista Fernando Pimentel.

Obviamente Aécio deseja a sua própria eleição. Todo político precisa de um gabinete para alocar sua equipe mais próxima e dizem que o ex-Governador pensa em presidir e moralizar o Senado.

Também compreende-se que Aécio queira eleger Anastasia, afinal, o seu grupo político continuaria hegemônico em Minas Gerais, o que representaria muito para o projeto nacional de Aécio.

Por fim, Aécio está arregaçando as mangas para eleger também Itamar não só por ser seu aliado e pelo belo topete, mas também porque a derrota de Pimentel é importante.

O petista é próximo de Dilma Rousseff e teria um ministério e mais um suplente no Senado em caso de vitória da petista. Aécio quer tirar-lhe pelo menos o suplente no Senado. Se Serra vencer e Pimentel terminar sem nada, melhor ainda para o neto de Tancredo.

Se ocorrerem as vitórias de Aécio, Itamar e Anastasia, o ex-Governador controlará nada mais, nada menos, do que o governo estadual e as três vagas de Senador, já que também têm influência sobre o democrata Eliseu Resende, eleito em sua chapa em 2006.

Isso tudo independendo da vitória de José Serra.

Aécio não está jogando contra e deve ajudar Serra, mas está se garantindo.

Se o tucano vencer, ótimo. Se perder, Aécio controla Minas, menos mal.

E no fim das contas, a realidade é que temos que admitir que, deixadas de lado as ideologias, Anastasia é melhor que Hélio Costa e Aécio e Itamar são melhores que Pimentel e  o comunista e membro da chapa governista Zito Vieira.

Em suma, Aécio tem melhores candidatos e, para os que não têm tanta popularidade hoje, ele emprestará a dele.

Eleições para os governos estaduais

03/07/2010

Findo o período de convenções, começam a despontar os principais nomes que disputarão os governos estaduais por todo o País :

Região Sudeste

São Paulo

Geraldo Alckmin (PSDB)

Aloizio Mercadante (PT)

Paulo Skaf (PSB)

Celso Russomano (PP)

Rio de Janeiro

Sérgio Cabral (PMDB)

Fernando Gabeira (PV)

Fernando Pellegrino (PR)

Minas Gerais

Hélio Costa (PMDB)

Antonio Anastasia (PSDB)

José Fernando Aparecido (PV)

Espírito Santo

Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB)

Renato Casagrande (PSB)

Brice Bragato (PSOL)

Região Sul

Rio Grande do Sul

Yeda Crusius (PSDB)

José Fogaça (PMDB)

Tarso Genro (PT)

Montserrat Martins (PV)

Santa Catarina

Ângela Amim (PP)

Raimundo Colombo (DEM)

Ideli Salvatti (PT)

Paraná

Osmar Dias (PDT)

Beto Richa (PSDB)

Paulo Salamuni (PV)

Região Nordeste

Alagoas

Fernando Collor (PTB)

Teotônio Vilela (PSDB)

Ronaldo Lessa (PDT)

Bahia

Jaques Wagner (PT)

Geddel Vieira Lima (PMDB)

Paulo Souto (DEM)

Ceará

Marcos Cals (PSDB)

Cid Gomes (PSB)

Marcelo Silva (PV)

Maranhão

Jackson Lago (PDT)

Roseana Sarney (PMDB)

Flávio Dino (PCdoB)

Paraíba

José Maranhão (PMDB)

Ricardo Coutinho (PSB)

Pernambuco

Jarbas Vasconcelos (PMDB)

Eduardo Campos (PSB)

Piauí

Silvio Mendes (PSDB)

Wilson Martins (PSB)

João Vicente Claudino (PTB)

Teresa Britto (PV)

Rio Grande do Norte

Rosalba Ciarlini (DEM)

Iberê Ferreira (PSB)

Carlos Eduardo (PDT)

Sergipe

João Alves Filho (DEM)

Marcelo Déda (PT)

Arivaldo José dos Santos (PSDC)

Região Centro-Oeste

Brasília

Joaquim Roriz (PSC)

Agnelo Queiroz (PT)

Eduardo Brandão (PV)

Frank Svensson (PCB)

Goiás

Marconi Perillo (PSDB)

Iris Rezende (PMDB)

Vanderlan Cardoso (PR)

Mato Grosso

Silval Barbosa (PMDB)

Wilson Santos (PSDB)

Mauro Mendes (PSB)

Mato Grosso do Sul

André Puccinelli (PMDB)

Zeca do PT (PT)

Região Norte

Acre

Tião Bocalon (PSDB)

Tião Viana (PT)

Amazonas

Omar Aziz (PMN)

Alfredo Nascimento (PR)

Roraima

Neudo Campos (PP)

Anchieta Júnior (PSDB)

Rondônia

Confúcio Moura (PMDB)

João Cahúlla (PPS)

Expedito Júnior (PSDB)

Eduardo Valverde (PT)

Pará

Simão Jatene (PSDB)

José Priante (PMDB)

Ana Júlia (PT)

Amapá

Jorge Amanajás (PSDB)

Camilo Capiberibe (PSB)

Lucas Barreto (PTB)

Tocantins

Carlos Gaguim (PMDB)

Siqueira Campos (PSDB)

Perspectiva adiantou: Hélio Costa será candidato ao governo mineiro com o apoio do PT – Pimentel fora

08/06/2010

Comentou o Perspectiva recentemente:

O petista e ex-Prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel venceu as prévias petistas em Minas Gerais. Foi escolhido pelo PT-MG como candidato do partido ao governo do estado.

Acontece que sabe-se, assim como dois e dois são quatro, que o candidato do PT que saísse das prévias para o governo mineiro seria, na verdade, ungido como candidato ao Senado.

A submissão do PT mineiro ao PMDB do estado e à candidatura de Hélio Costa já está selada. Só não vê quem não quer. E só quem quer acredita nas falsas prévias petistas.

Tanto é assim que de cerca de 108 mil potenciais eleitores, apenas 30 mil compareceram às urnas. O resto não quis ser feito de bobo.

Pimentel venceu. Será candidato ao Senado.

Patrus Ananias perdeu. Será candidato à Câmara dos Deputados.

Hélio Costa nem concorreu nas prévias petistas. Será o candidato do PT ao governo de Minas.

Pois bem. Foi fechado oficialmente ontem o acordo que já estava selado há tempos.

Hélio Costa será candidato ao governo de Minas Gerais pelo PMDB com o apoio do PT. Fernando Pimentel será candidato ao Senado.

Tenta-se convencer Patrus Ananias a não concorrer a Deputado Federal e sim a Vice de Hélio.

Caso Patrus não aceite, estará confirmada toda a previsão do Perspectiva.

Na realidade, uma previsão consideravelmente fácil de se fazer, afinal, estão brincando de “tudo que o Mestre mandar”.

O Mestre todos sabem quem é. E ele só pensa na eleição federal.

Os diretórios regionais do PT e a formação de novos quadros petistas que se explodam.

Análise: Senado mineiro – Aécio e Itamar lideram pesquisa

27/05/2010

O jornal O Tempo, de Belo Horizonte, divulgou pesquisa realizada pelo DataTempo/CP2, visando aferir as intenções de voto para o Senado de Minas Gerais. O levantamento foi feito entre os dias 14 e 17 de maio, entrevistou 2.043 pessoas e tem margem de erro de 2,19 pontos percentuais para mais ou para menos.

Vamos aos resultados:

Cenário 1 (Somando 1° Voto e 2° Voto)

Aécio Neves (PSDB) – 72,88%

Itamar Franco (PPS) – 45,47%

Hélio Costa (PMDB) – 44,45%

Clésio Andrade (PR) – 6,41%

Cenário 2 (Somando 1° Voto e 2° Voto)

Aécio Neves (PSDB) – 77,68%

Itamar Franco (PPS) – 57,41%

Fernando Pimentel (PT) – 17,77%

Clésio Andrade (PR) – 8,52%

Cenário 3 (Somando 1° Voto e 2° Voto)

Aécio Neves (PSDB) – 77,09%

Itamar Franco (PPS) – 59,76%

Patrus Ananias (PT) – 14,30%

Clésio Andrade (PR) – 9,10%

Os resultados permitem algumas conclusões inegáveis:

Aécio Neves tem uma popularidade astronômica, fenomenal, inigualável, em Minas Gerais. Praticamente 80% dos mineiros desejam dar seu 1° ou seu 2° voto a Aécio. E olhem que ele esteve viajando e longe da mídia. Em campanha, o percentual pode aumentar.

Aécio representa mais para Minas do que Lula para o Brasil. Impressionante.

Quanto ao grande Presidente Itamar Franco, seu patamar confirma o que o Perspectiva diz há meses: Aécio está eleito e Itamar só teria adversário de José Alencar concorresse.

Estando Alencar fora da corrida pelo Senado mineiro, Itamar está caminhando rumo à Casa alta do Legislativo nacional.

Com relação aos representantes de PMDB e PT, percebe-se que Hélio Costa tem bons patamares tanto nas pesquisas para o governo, como nas pesquisas para o Senado. Mas é o único.

Fernando Pimentel parece ter mais chances de conquistar o governo se convencer o PMDB a apoiá-lo do que de ganhar vaga no Senado.

A realidade é que, surpreendentemente, os políticos mineiros têm mais chance de conquistar o governo do que o Senado.

O que acontece é que na disputa pelo governo Aécio não pode estar.

Se aceitar ser o Vice de José Serra, não estará na disputa pelo Senado também.

Nesse caso as chances dos outros aumentam.

A prova de fogo de Aécio é a eleição de seu sucessor, Antonio Anastasia.

Ser Vice de Serra ou ser candidato ao Senado, o que for melhor para ajudar Anastasia a vencer ele fará.

Está até agora convencido de que a segunda opção é melhor.

Poderá andar por Minas de braços dados com seu pupilo.