Informa O Globo:
“Numa série de depoimentos que vinham sendo mantidos em sigilo pelo Ministério Público Federal, o corretor do mercado financeiro Lúcio Funaro denunciou suposto esquema de arrecadação de recursos para o PT, em transações suspeitas com fundos de previdência de empresas estatais. Entre os principais acusados por Funaro estão o ex-ministro e deputado federal cassado José Dirceu, o ex-secretário de Comunicação do PT Marcelo Sereno, o atual tesoureiro do partido, João Vaccari, e até o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT).
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Os primeiros depoimentos foram prestados por Funaro entre novembro de 2005 e março de 2006. Neles, ele detalhou como funcionavam o pagamento do mensalão do PT ao Partido Liberal (PL), comandado na época pelo então deputado federal Valdemar Costa Neto. Funaro também levantou suspeitas contra o deputado do DEM Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), que investigava empresas do economista na época da CPI dos Correios.
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Os depoimentos foram incluídos no processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o mensalão. Segundo Funaro, havia desvios contínuos de dinheiro nos fundos de estatais. Um dos beneficiados seria Dirceu, que nega.”
Todos aqueles interessados nos rumos da política nacional, que acompanham o noticiário sobre o tema, precisam ficar atentos para o desenrolar dessas investigações citadas acima.
Novas e escabrosas revelações sobre os subterrâneos do mensalão podem, e devem, atormentar o PT e, consequentemente, a campanha de Dilma Rousseff, na busca destes pela Presidência.
O ponto principal é o de que começa a parecer indubitável que houve grande desvio do meu, do seu, do nosso dinheiro, para que existissem recursos suficientes para o empreendimento do mensalão.
O Perspectiva estará de olho.










