Informa a Folha:
“Sem consenso, os deputados distritais adiaram para esta terça-feira a eleição da comissão especial que vai analisar os três pedidos de impeachment contra o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), por crime de responsabilidade. A base aliada de Arruda questiona a tramitação dos pedidos de afastamento adotada pelo atual comando da Câmara Legislativa, que decidiu seguir a lei 1.079, criada em 1950.
Os aliados do governador trabalham para sepultar a comissão especial e levar os pedidos de impeachment para a análise da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Por lá, seria mais fácil organizar uma tropa de choque a favor de Arruda.
Na avaliação dos distritais alinhados com o governador, seria possível contar com três dos cinco votos da CCJ, enquanto a comissão especial seria composta por nove parlamentares e precisaria de cinco votos favoráveis para impedir que os processos avancem e cheguem ao plenário.”
Confiando que o fato de não estar mais nos quadros do Democratas irá diminuir a carga sobre ele, o Governador José Roberto Arruda e os seus aliados começam as articulações para tentar segurar Arruda, pelo menos, no governo do Distrito Federal.
Acontece que, como já dito aqui, o Governador não detém mais credibilidade para tal função. Não há mais confiança em seu trabalho e em sua pessoa. Não existe mais envergadura para isso. A intenção de alguns de tentar manter Arruda no cargo só pode advir de um mundo onde a razão está em falta.
O povo do Distrito Federal, assim como todo o Brasil, não pode permitir que Arruda permaneça no governo. Seria um acinte, uma vergonha, um absurdo completo.
Os deputados distritais que defendem o Governador precisam ser pressionados pelas suas bases. Os que se calam precisam gritar.
Renúncia, já!











Faço a minha parte.
Só quero um minuto de sua atenção para dizer que Brasília esta tomando um banho de arruda para tirar o mal olhado dos corruptos, se todo mundo não sair de suas casas, arregaçarem as mangas, afrouxar as gravatas e soltar a voz para manifestar, o Brasil vai ser palco de mais uma comédia política, às vezes penso que se a impunidade não acabar o judiciário brasileiro não vai ter moral para julgar ninguém.
Peterson Corrêa Pimentel
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