justo e independente, sensato e coerente
In: Raphael M. Silva
14 Jul 2009
Por Raphael Machado Silva*
Sendo esta mais uma semana na qual pouca coisa de relevante aos meus olhos ocorreu em âmbito internacional, tive a sorte de ter tido uns dias atrás uma ótima discussão com alguns amigos e amigas que me deu um assunto sobre o qual escrever nesta coluna. O que estávamos a discutir era o Feminismo, um dos estandartes da Mitologia do Politicamente Correto.
O Feminismo é uma das formas mais populares e difundidas do Politicamente Correto, e sendo assim, podemos dizer que o Feminismo é uma forma derivada do Marxismo. O Feminismo é miticamente estruturado e pensado segundo o modelo Marxista. Tudo que há no Marxismo, existe no Feminismo sob uma roupagem “rosa”. Nós temos um segmento da população mitologicamente vitimizado, as mulheres, ocupando o papel de proletariado. Temos também um segmento absoluta e ontologicamente maligno, o homem patriarcal, substituto “rosa” da burguesia. Entre ambos não há uma luta de classes, obviamente, mas uma luta de sexos, único meio que possibilitará à mulher conquistar sua liberdade. As feminazis mais exaltadas sonham até mesmo com um mundo sem homens, de eterno amor lésbico.
Não só o Feminismo é uma mera corruptela do Marxismo, mas o mesmo é também absolutamente falso pelo fato de ser fundado em ideias falsas. Homens e Mulheres não são iguais. Mas será mesmo que vivemos entre pessoas tão cegas pelo moralismo e por sabe-se-lá que retardos para que eu tenha que afirmar o óbvio? Homens e Mulheres não são iguais fisicamente e nem são iguais psicologicamente. Sendo diferentes, só podemos entender que não sejam diferentes de modo superficial. Ao contrário, as ciências naturais, essas belas senhoras inimigas de todos os mitos e ilusões e por isso mesmo odiadas por todos os inimigos da verdade, só têm demonstrado diferenças essenciais e profundas entre os sexos, em todos os níveis possíveis de existência. Homens e Mulheres, obviamente, sendo diferentes, possuem atributos diferentes, predisposições diferentes, maneiras diferentes de ver o mundo. Diferentes e o mais importante de tudo, complementares!
Na Natureza, nada é criado desnecessariamente e, assim, só podemos entender que a distinção sexual não é um mero luxo estético “inventado” aleatoriamente. Se devemos tratar as coisas como aquilo que elas são, e não como outra coisa, Homens e Mulheres sendo diferentes, SÓ podem ser tratados diferentemente e a injustiça estaria em agir de QUALQUER outro modo. Entendam bem. Pessoas idiotas, quando ouvem falar em diferença, entendem hierarquia, mas não é sobre nada disso que estou a falar aqui. Apenas afirmo, que possuindo atributos distintos e complementares, Homens e Mulheres estão especializados a funções diferentes, as quais são essenciais para a manutenção e engrandecimento da menor unidade social e política possível, a família.
Mais do que isso. Tem o Feminismo sido bom para as Mulheres? Obviamente que o Feminismo torna as Mulheres mais “livres” e “independentes” em um sentido absolutamente degenerado desses termos. Mas eu não estou falando em “liberdade”. Estou querendo saber se o Feminismo tem sido bom para elas. Pois afirmo categoricamente que não. Outrora, cabia apenas ao Homem o papel de escravo das forças de produção e ele aceitava sua condição abjeta pelo fato dela ser necessária para garantir o sustento de sua família. Mas mais importante! O Homem SEMPRE soube que o trabalho é um mal. Pois na Mitologia Feminista, ela mesma desenvolvida por terceiros com objetivos escusos, a escravidão da Mulher às forças de produção é o que lhe dá “liberdade”.
Estranho, não? Como estava escrito nos portões dos campos de concentração nazistas, “Arbeit Macht Frei”, “O Trabalho Liberta”. Conveniente para os “Sanguessugas Corporativos” dobrarem o número de pessoas no “Mercado de Trabalho”. E que escravos são melhores do que aqueles que acreditam piamente que a escravidão é o caminho para a “liberdade”? Interessantemente, todas as pesquisas sociológicas nos países em que medidas “Feministas” são tomadas há algum tempo, demonstram exatamente que a taxa de depressão entre as mulheres aumentou drasticamente, por causa do trato faustiano de trocar uma vida repleta de significado pela “carreira” ou melhor, por “grana” e pelo direito de sair por aí se relacionando com quem quiserem. Pois esse é um bom resumo do Feminismo: Materialismo, Egoísmo e Promiscuidade.
Infelizmente, do mesmo jeito que nos EUA já se discute o fim das cotas enquanto aqui ainda se discute sua implantação, na Europa já se questiona o Feminismo, por causa de suas consequências, enquanto aqui ainda vemos muitas “menininhas” de mente débil deslumbradas com o prospecto brilhante de virarem quarentonas amargas, que nunca casarão, não terão filhos e morrerão sozinhas, sem terem criado nada que pudesse ser passado adiante para seus descendentes. Esse é o preço da “Liberdade”.
Mas ele só é sentido, quando já é tarde demais.
* Raphael Machado Silva é colunista do Perspectiva Política às terças.
19 Responses to Coluna do dia: O mito do feminismo
Gian Silva
July 14th, 2009 at 10:23
Bem, este texto está tomado de incorreções flagrantes.
A família é tão sociologicamente criada quando o feminismo. Mesmo porque não há correlação biológica para essa unidade entre os primatas, que se associam em unidades maiores (bandos, clãs, etc) ou menores, como os orangotangos, normalmente solitários; casais monogâmicos são uma exclusividade de, algumas, culturas humanas.
Assim a menor unidade social é a dupla e um indivíduo pode ter a decisão política de viver isolado.
Além disso, dizer que apenas a vida dedicada à família é repleta de significado é uma redução vil. Pode ser para alguns indivíduos, assim como a dedicação à carreira é muito prazerosa para outros. A generalização só pode enfraquecer seu ponto de vista.
E a visão anticapitalista, com ou sem aspas, mostra a intensidade de seu autoritarismo. Prefere que as mulheres sujeitem-se ao trabalho não remunerado no lar a venderem no mercado, tendo a escolha de fazê-lo. Tenho uma novidade para você, Marx já morreu, e as idéias políticas dele nem ao menos vingaram, coitadas.
Bruno Kazuhiro
July 14th, 2009 at 13:17
Gian,
Obrigado pelo comentário.
Como trata-se de uma coluna que o Perspectiva divulga semanalmente, deixo a resposta para o colunista Raphael Machado Silva.
Volte sempre, será bem vindo e respondido!
Raphael Machado Silva
July 14th, 2009 at 14:17
Hahahaha! Achei seu comentário muito engraçado, Gian.
A família é uma instituição absolutamente natural entre os povos dotados de certo desenvolvimento intelectual e psíquico superior. E daí que outros primatas não as desenvolvem do mesmo modo que o Ocidental? Que prova isso em relaçã à nós? Nada. O mesmo digo em relação a povos não-Ocidentais? Que tenho eu com eles? Que tenho eu com o que fazem os selvagens em Bornéu ou Sumatra? Minha única e exclusiva preocupação é com as Nações do Ocidente.
O Estado e a Sociedade possuem como base não as duplas ou os indivíduos, mas sim a Família. Qualquer filósofo político minimamente decente dirá que a Família é um “mini-Estado” ou “mini-Sociedade”. E do mesmo modo, uma Nação é uma mera extensão da estrutura familiar. Tanto Família como Nação são erguidas a partir de laços naturais. Isso não quer dizer que “simulacros” não possam ser construídos a partir de algum voluntarismo. Mas são “simulacros”, e por isso a Família não-Tradicional, e a Nação não-Identitária, são um palco de todo tipo de degeneração, e dever-se-ia parar de fazer perguntas imbecis sobre o porque de certas coisas nunca darem certo na Sociedade, quando a resposta óbvia é essa relativização grotesca de todos os laços e deveres Naturais e Identitários.
No que concerne ao indivíduo, ele próprio é construção MUITO mais recente ainda, sendo datado do “cogito ergo sum” de Descartes e nunca tendo existido antes dele. Uma construção muito grosseira e patética por sinal, fundado em inúmeras falácias, entre as quais a separação entre Sujeito e Objeto, por exemplo. Construção por construção, prefiro a mais Antiga e que portanto, não surgiu a partir de uma decadência do Espírito Humano.
A Família certamente não é a única “dadora” de significado à existência humana, mas é uma das mais importantes. Aliás, por favor, não cometa o erro grosseiro de confundir “significado” ou um “preenchimento da existência” com “prazer”. Eu não estou falando de “prazer”. Se você tivesse lido atenciosamente perceberia exatamente o contrário, de que em verdade, eu acuso as Feministas de abandonarem seus papéis e deveres naturais exatamente em prol de um Egoísmo que só visa uma satisfação animalesca de prazeres mundanos e inferiores. Então dane-se o que causa prazer ou desprazer. Se há um grande culpado pelos males por que passa o Ocidente hoje, é esse utilitarismo mesquinho e egóico.
Você demonstra sua verdadeira natureza ao chamar a dádiva da Mãe, de “trabalho não-remunerado”. Como se o valor de toda Função pudesse ser medido e avaliado monetariamente. É óbvio que a Mulher possui mais valor incorporando o papel de Mãe do que virando uma carreirista. Por que? Porque o papel que a Mãe exerce é exatamente um papel fundador em relação à Sociedade. Quem a pode substituir? Escolas? Creches? Empregadas? É essa passagem de laços naturais e orgânicos a meros elos mecânicos de serviço que corrói nossa Sociedade. Mas como eu disse, é muito conveniente para aqueles cuja preocupação começam e terminam no “Mercado”.
Marx??Que Marx, meu filho?? Você escreveu seu comentário sóbrio??Todo o meu texto é marcadamente antimarxista, e se você não percebeu é porque você precisa voltar aos livros e estudar um pouco mais. Não que você seja o único, já que as massas pseudo-intelectuais em geral caminham pelo mundo como se o debate político fosse da Direita à Esquerda, da Esquerda à Direita, e terminasse aí. Logo, se você critica o “Mercado”, hohohoho, já sei! Você deve gostar de Marx!
Gian Silva
July 15th, 2009 at 20:21
Fico feliz em tê-lo divertido, Raphael, ao menos um de nós teve bom proveito desta sua coluna.
Não havia bebido ao comentar seu texto, mas acho que você deve tê-lo feito ao escrever.
Eu afirmo que a família é sociologicamente criada, portanto fruto da cultura, para contestar-me você afirma que ela é absolutamente natural entre povos com desenvolvimento intelectual e psíquico superior. Ao que me parece, está me dando razão, mesmo contando com o fado de que eu não teria a coragem de assinar um texto tão marcadamente xenófobo.
Mesmo eu tendo ressalvas ao relativismo que impera hoje com relação a certas práticas contrárias à normalidade ocidental, não posso deixar de notar que a humanidade NÃO se limita ao Ocidente e muito menos à família patriarcal monogâmica judáico-cristã, que, diga-se de passagem, está cada dia menos prevalente neste lado do mundo. Se o escopo do seu texto limita-se a um certo grupo, você deve informá-lo.
Se você acredita que A MULHER, que do modo como você está descrevendo é um papel social e não uma pessoa – portanto dotada de anseios individualizados -, está em pior situação hoje, por ter a OPÇÃO de viver de seu trabalho externo ao lar, é sua opinião pessoal, e respeito que tenha uma, mas então deixe bem claro que defende um congelamento do status quo e nege o direito da evolução da sociedade. Não seria o primeiro fundamentalista a nascer e, provavelmente, não seria o último.
Como não sou um filósofo político minimamente decente, e nem, ao menos, filósofo ou, alguns poderiam acrescentar, decente, nego que a família seja um mini-Estado ou uma mini-sociedade. Fosse isso, não teríamos a complexidade que envolve estes dois entes que você pretende reduzir a extensões bem-nutridas da família patriarcal monogâmica judáico-cristã. As distinções são tão amplas que esta só entra nos textos políticos como exemplo negativo, e, para que não fira suas sensibilidades, serei mais explícito, como exemplo do que não é um Estado.
Você utiliza inúmeras vezes a palavra Natureza e seus derivados nestes dois textos, tantas que chego a duvidar que saiba o significado delas, pois as está empregando com o sentido de cultura, mas espero que tenha discernimento o suficiente que o que é “natural” para você seja perfeitamente “antinatural” para o seu vizinho, não importa qual seja a sua opinião a respeito.
Quanto ao prazer ser o responsável pelos males do Ocidente, digo, fazendo uso de suas palavras, danem-se “os papeis e deveres naturais”. Egoismo não é querer achar o seu papel no mundo; é querer que o outro siga o papel que desejamos para ele. Cheia de significado é a vida da qual não nos arrependemos ao final; não, necessariamente, aquela na qual os outros podem se espelhar. Se isso é uma degeneração do Ocidente, que se degenere mais.
Quanto a minha verdadeira natureza, gostaria que me a revelasse, já que a observou em minhas poucas letras digitadas. Poupar-me-ia muito tempo de reflexão e algumas horas de terapia. Ainda mais que a percebeu de algo que nem ao menos disse. Não usei o termo mãe em nenhum momento, você sim. Se a única função dentro do lar que consegue vislumbrar para as mulheres é a de genitora, vejo que estou diante de alguém bastante limitado.
E quanto à referência a Marx, deixe-me ver se algo o lembra do que escreveu: “O Feminismo é miticamente estruturado e pensado segundo o modelo Marxista”. Será que este alguém usou o marxismo como argumento de autoridade?
Já aos que são mercadófilos, como eu, deixo uma mensagem. Sigam assim. Todas as tentativas de abolir nosso amado mercado terminaram com a opressão. Como será o caso do gênero feminino caso as idéias de pessoas como a do autor do texto acima virem majoritarias, novamente, no Ocidente.
Marcus Vinícius
July 16th, 2009 at 13:15
As mulheres feministas agora são “livres” pra fazer exatamente o oposto das convenções culturais. Isso não é liberdade. O pior disso tudo é que, algumas vezes, essa atitude não passa de uma obse(ç/ss)ão pela individualidade.
Gian Silva
July 16th, 2009 at 13:58
Marcus Vinícius, isso é exatamente o que a liberdade significa, fazer o que se deseja e não o que esperam de você. E lógico que, como tudo na vida, exige equilíbrio, ou, como está na moda nas propagandas de bebida, moderação.
Mas nada impede que o desejo seja exatamente se adequar às convenções, e que isso traga muito prazer ou “significado”.
Almir
July 21st, 2009 at 13:39
Liberdade é algo relativo.
Marcus Vinícius
July 23rd, 2009 at 01:03
As que se esforçam pra fazer EXATAMENTE o contrário do que consideram “convenções culturais machistas” provavelmente deixam de realizar desejos importantes.
Sei que somos humanos e erramos bastante, agindo contra nossas próprias ideias, algumas(várias, no meu caso) vezes. Mas, até onde eu saiba, não saio por aí cantando a liberdade que não tenho.
“Mas nada impede que o desejo seja exatamente se adequar às convenções, e que isso traga muito prazer ou “significado”
Realmente generalizei baseado na minha experiência de vida.
Gian Silva
July 23rd, 2009 at 18:48
Marcus Vinícius.
Estamos aqui discutindo no campo das possiblidades, então sou obrigado a concordar que cada opção feita significa que se deixou de fazer infinitas outras. Concordamos neste ponto. A vida não é perfeita, nem todos os desejos serão supridos. Muitas vezes a maioria deles não serão.
Como também estou na categoria de humano, sou tão falível quanto qualquer um. Mas até onde sei, não entendi o que você quis dizer com sair cantando a liberdade que não tem.
Se estava se referindo a mim, não tentei fazer ninguém crer que sou a pessoa mais livre do mundo. Sou até bastante em conforme com as convenções sociais. E, infelizmente, tenho as tradições culturais machistas muito mais entranhadas do que gostaria.
O mais novo clichê da discussão política hoje é citar a frase de Ortega y Gasset (o homem é o homem e suas circunstâncias). Não sou diferente. Tenho a exata liberdade que minhas circunstâncias permitem.
Defendo, entretanto, que ninguém tem o direito de discriminar qual é o jeito certo de outra viver a vida. Se você acha que as mulheres que trabalham fora e abdicam da vida mais centrada na família estão erradas, é um direito seu, como é um direito do autor do texto original que suscitou nossos comentários defender que elas tenham feito uma má troca.
Eu apenas defendo que seja uma vantagem da nossa sociedade moderna, uma evolução na boa acepção da palavra, que elas tenham a chance de escolher se concordam em viver a vida como suas avós faziam ou se preferem fazê-lo de outra maneira.
E quanto ao que disse Almir, realmente, liberdade é relativa, mas escravidão não, é sempre fazer algo que não se quer sob coerção. Ou seja, não ter nenhuma opção.
Marcus Vinícius
July 23rd, 2009 at 22:28
“Se estava se referindo a mim”
Não.
Eu estava me referindo as “feministas” que conheci. Aquelas que usei pra generalizar.
Não tentei te ofender. Até mesmo porque as coisas que você disse me acrescentaram muito. As do último comentário, mais ainda.
Cruz de Ferro
January 19th, 2010 at 14:14
Tem o Feminismo sido bom para as Mulheres?
Não.
O machismo e feminismo são bons para homens e mulheres?
Não.
Machismo e feminismo são dois lados da mesma moeda.Espero com ansiedade um texto sobre machismo.
Gian Silva
Egoismo não é querer achar o seu papel no mundo; é querer que o outro siga o papel que desejamos para ele.
Você disse tudo em poucas palavras.
Pelo “amor de Deus”, ir trabalhar não quer dizer que TEM QUE largar sua vida familiar,uma confusão feita por alguns homens dentre os séculos.
E outra confusão é achar que a mulher por optar só pela vida familiar é machista. Ora, as pessoas fazem as “coisas” que se sentem bem.
Pessoa mais desagradável é aquela que vive dizendo o que você TEM QUE fazer.
Bruno Kazuhiro
January 19th, 2010 at 15:04
Cruz de Ferro,
Obrigado pelo comentário.
Também repudio feminismo e machismo. Ambos. E concordo plenamente que cada um deve fazer o que lhe traz mais felicidade, e não se preocupar com estereótipos. Contudo, a pressão da sociedade é dura e reconheço que é difícil resistir. No fim das contas, melhor seria uma evolução gradual dos valores de todos.
Volte sempre!
Mats
February 13th, 2010 at 13:05
Como sempre acontece com as ideologias que emanam do ateísmo, o feminismo, que supostamente buscava a “liberdade” da mulher, conseguiu exactamente o contrário. As mulheres hoje são mais prisioneiras do que no passado.
Gian Silva
February 19th, 2010 at 15:34
Devo crer, portanto, Mats, que as mulheres estão melhor servidas em sociedades teológicas como a iraniana e a talibã?
Bruno Kazuhiro
February 19th, 2010 at 18:52
Gian,
Obrigado pelo comentário.
Creio que não é isso. Acredito que o dito foi que as conquistas alegadas pelas feministas nem sempre são boas de verdade. E isso é verdade.
Volte sempre!
Tiago N C
February 24th, 2010 at 10:23
O indivíduo que acredita que a liberdade é a arbitrariedade da própria vontade vive na mentira, pois o ser humano é coletivo, a sua liberdade traz em sua essência intruções e normas. Não é paradoxo, o ato da liberdade coincide com o ato do servir.
Viver sob a arbitrariedade da própria vontade é libertinagem e não liberdade.
O texto está perfeito.
Bruno Kazuhiro
February 25th, 2010 at 16:05
Tiago,
Obrigado pelo comentário.
E libertinagem não é nada elogiável.
Volte sempre!
inara
March 16th, 2010 at 21:53
mito de querer é querer e não poder
mito significa uma narrativa imaginária que pode ezisti e não ezisti.
querer pe quendo voce deseja alguma coisa ouseja quer alguma coisa.
e misturando mito com querer dá querer e não poder.
espero que tenha ajudado a ixplicativa.
inara
March 16th, 2010 at 21:56
mito de querer é querer e não poder