Informa o Estadão:
“Os boletins secretos que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirma desconhecer foram utilizados em maio de 2003 para nomear sua sobrinha Vera Portela Macieira Borges para um cargo na Casa. Apesar de morar em Campo Grande (MS), a 1.079 quilômetros de Brasília, ela foi contratada para exercer o cargo de confiança de assistente parlamentar, com salário de R$ 4,6 mil, originalmente na presidência do Senado. Sarney exercia, na ocasião, seu segundo mandato como presidente da Casa. Vera está na folha de pagamento do Senado até hoje.
Assinada pelo então diretor-geral Agaciel Maia, a primeira nomeação de Vera foi publicada, às claras, no dia 24 de março de 2003, mas ela não tomou posse. Um mês e meio depois, porém, Agaciel assinou duas outras medidas, mas com caráter de sigilo. Uma delas, só agora divulgada, tratava da nomeação da sobrinha do presidente do Senado. “
Eu ouço neste momento, bem distante, um som que se parece com os gritos de uma platéia ao fim de um show badalado:
Mais um! Mais um ! Mais um!
Em tempo, se a família de Sarney estava sendo tão beneficiada e ele não sabia, imaginem se ele soubesse. Se bem que se ele soubesse, pararia com essa festa não é mesmo?
E mais: Que amigo esse Agaciel, hein! Ele parece uma pessoa tão generosa que realmente não merecia estar sendo “perseguido” pela imprensa. Não é a toa que Sarney apadrinhou o casamento de sua filha. Gente boníssima.
Mais ética, meus caros.











Ainda bem que nós Brasileiros, só damos atenção a Futebol, novela, carnaval, Programas fúteis de TV pois assim a maioria dos políticos se divertem no paraíso da impunidade brasileira.
Alguns negam, desde quando me conheco por eleitor a tal ponto que passamos achar que eles sim, são perseguidos injustamente.
Ah! outra coisa que esses safados adoram: “que nós BRASILEIROS os odiemos, achando que política e todos os políticos são corruptos”
José,
Obrigado pelo comentário.
A alienação é nociva, com certeza. O Perspectiva luta contra ela.
Volte sempre!