“Cabral diz que PT e PMDB têm de buscar “denominador comum” nas eleições do Congresso”
Disponibilizei o link acima apenas para que vocês, leitores, possam ter acesso à reportagem que traz um trecho que será citado por mim. Não é sobre o assunto da manchete que irei falar.
Todos sabem que Sérgio Cabral foi o padrinho da candidatura de Eduardo Paes, até aí nada de novo. Todo mundo sabe, também, do feriadão que foi colocado na segunda-feira após a eleição para facilitar a vitória de Paes, dos panfletos apócrifos contra Gabeira, das mensagens pedindo voto para Eduardo no telão do Maracanã, da tentativa da campanha do PMDB de jogar o subúrbio contra o candidato adversário, etc. Enfim, todo mundo sabe, pelo menos em parte, o que ocorreu. E todos os leitores desse blog conhecem minha indignação para com os acontecidos.
Pois bem, sendo Sérgio Cabral padrinho de Paes e tendo Paes feito a campanha que fez, entende-se que ambos acreditam que vale a pena fazer qualquer coisa para vencer, que o lema é “vencer a qualquer custo”. Não tenho dúvidas quanto a isso. Porém, Sérgio Cabral declarou, e este é o trecho que destaco da reportagem a que se refere o link acima, o seguinte:
“O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), disse nesta quarta-feira que PMDB e PT devem buscar ‘um denominador comum’ que evite um eventual embate nas eleições para as presidências do Senado e da Câmara. Segundo ele, está otimista com essa possibilidade porque o ‘arrivismo’ ou seja vencer a qualquer custo, é uma política que não traz resultados.
[...]
De acordo com Cabral, a idéia de conquistar vitória a qualquer custo está fora de cogitação entre peemedebistas. ‘Chega de arrivismo no Congresso Nacional. Nós já vimos para onde vai o arrivismo’, disse ele.”
Em suma: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. É piada. Só pode ser.










